quinta-feira, 5 de novembro de 2015

ENEM LONGE DA DOUTRINAÇÃO

Esse texto sugere uma reflexão: quantas vezes exercemos nosso péssimo hábito de julgar, sem bases de sustentação. Quantas vezes confundimos a defesa de uma ideia ou princípio contrário com uma lavagem cerebral. Será que a sociedade é sempre considerada  uma  "massa de manobra"? Ouçam e opinem. O texto foi escrito por Paulo Augusto Boccati -licenciado em Ed. Física pela Unicamp e graduando em Filosofia pela PUC-Campinas


3 comentários:

  1. Serão necessárias mais informações antes de desdizermos a parcialidade do Enem. Partindo de uma boa argumentação, as notas de quem foi a favor do autor ou foi contra são iguais? Se as notas forem mais baixas de um dos lados teremos um problema de uma doutrinação disfarçada, pois só existiria então uma resposta certa que os alunos sabem que poderiam dar. A argumentação do autor depende de uma análise isenta sobre as notas dadas.

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    1. Boa tarde Mário!
      Na verdade, as questões não exigiam que as pessoas fossem contra ou a favor, mas sim que soubessem os fatos históricos. Como por exemplo, que a simone de beauvoir foi importante para o surgimento do movimento feminista. Não precisava ser contra ou favor, mas apenas saber os desdobramentos históricos.
      Um grande abraço,
      Paulo

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