segunda-feira, 7 de junho de 2010

PILATES PARA O CÉREBRO

Pessoal, estou postando um vídeo que acabei de produzir, com texto extraído de um pps recebido da Rachel a quem agradeço. O vídeo aborda exercícios para o cérebro com a finalidade de evitar problemas de memória, tão comuns nos estressantes dias atuais. Agradeço as opiniões de vocês.

Um comentário:

  1. 'NÃO PERMITA Q AS ARANHAS FAÇAM TEIAS EM SUAS CABEÇAS'. Brinco, falo muito esta fease diante da 'preguiça mental', q começa a atacar, exatamente, no momento em q é mais necessário, q ela se evapore. Excelente a idéia e o trabalho q o Renato fez, a partir das informações, q lhe enviei. Como pps., acredito q mtos nem o leriam: como vídeo ficou agradável de ser visto, chamativo. Sem falarmos, q o Renato acrescentou informações para produção do vídeo, importantes tanto qto as q já lhe havia mandado. Duas doenças degenerativas nos pegam, se 'ñ corrermos', quase q invariavelmente: o Mal de Parkinson e o Mal de Alzheimer. Sem contarmos a natural demência senil. Lembrou mto bem o Renato, q as pessoas se enganam, qto ao como e qto usam seu cérebro. Esquecem, q repetindo tarefas, recorrentemente, o cérebro liga o piloto-automático, q gasta e ganha pouquíssima energia. É fato: necessário se faz, q o nosso cérebro produza, e ñ perca esta capacidade, de produzir a própria energia , da qual necessita, e mais um pouco,
    por segurança. Há também, q se cuidar para perceber, qdo determinado hobby, escolhido para exercitar o cérebro, passa a se tornar
    repetitivo. e, como já roubei espaço demais, quero deixar um testemunho, q considero importante para todos nós, q envelhecemos.
    As doenças degenerativas do cérebro, até então, são as piores doenças, q acredito q podemos adquirir, caso queiramos chegar ao final de nossas vidas, com dignidade. Estas doenças nos fazem morrer aos poucos; fazem com q comecemos a deixar nossos pedaços, literalmente,pelo caminho. Faz com q, sem querer, enganemos as pessoas q nos cercam, fazendo-as acreditarem, q estamos vivos, qdo na verdade somos vivos, apenas para consumo externo. Por dentro já morremos.E, aí, lembro-me de uma frase, ou quase uma prece, do Coutinho, q escreve na última página da Folha, uma vez por semana: 'Senhor, permita-me, eu vos imploro, q eu morra, vivo.'
    abração, Rachel.

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